sexta-feira, 25 de maio de 2012

Paralisação da Av. Costa e Silva em Fortaleza - CE

No dia 21 de maio, moradores da ocupação Comuna 17 de Abril paralisaram a Av. Costa e Silva (Perimetral), uma das avenidas mais movimentadas da cidade de Fortaleza - CE, durante uma hora (das 18h às 19h). O objetivo era denunciar o descaso do Governo do Estado que havia se comprometido com a construção do conjunto desde o final de 2010 (à dois anos). No dia 16 de abril de 2012, os moradores da ocupação, junto com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra - MST, ocuparam o Palácio da Abolição, onde o governador do estado Cid Gomes se comprometera em iniciar as construções para o dia 15 de maio. O fechamento da Av. costa e Silva (Av. Perimetral), no sentido de denunciar a sua situação e de cobrar ao governador o cumprimento de seu compromisso junto aos moradores. A paralização teve o apio do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Seminário sobre a Rio+20


Boa tarde,

estamos divulgando o Seminário sobre a Rio+20, intitulado "Que desenvolvimento queremos",promovido pela Assembléia Legislativa,acontecerá em Porto Alegre, dia 23 de Abril, às 14:00 hrs, no Plenarinho da Assembléia.

O evento terá como painalistas:
Henri Acsselrad - UFRJ
Maria José Guazzelli - Centro Ecológico
Francisco Milanez - Agapan

No folder(acima), consta número de contato para aqueles que desejam mais informações.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Após reportagem do UOL, Ministério Público do Trabalho vai notificar empresas do setor imobiliário que usam trabalho infantil

Marcela Rahal
Do UOL, em São Paulo

O Ministério Público do Trabalho em São Paulo vai notificar as empresas mostradas na reportagem do UOL que flagrou menores de idade trabalhando na divulgação de lançamentos imobiliários, nas zonas sul e oeste de São Paulo. No trabalho, proibido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o menor fica em pé, por cerca de oito horas, segurando uma placa que indica onde está o empreendimento.

Segundo a procuradora do trabalho Maria José Sawaya do Vale, a partir da reportagem, o Ministério Público do Trabalho vai exigir das empresas responsáveis pela contratação de menores o cumprimento da lei. “Vamos instaurar inquéritos para cada uma das empresas a fim de ajustarem a sua conduta e observarem a lei”, afirmou.

Maria José Sawaya do Vale esclareceu ainda que as empresas serão notificadas para comparecerem a uma audiência e prestarem esclarecimentos. “A partir disso, elas devem se abster de utilização de mão de obra infanto-juvenil na publicidade dos empreendimentos imobiliários. Caso a empresa não cumpra o acordo, ou se recuse a assinar o TAC, ela sofre multa além de poder ser levada a julgamento por uma ação civil pública impetrada pelo MPT.”

Além de proibido para menores de idade, o trabalho de divulgação de empreendimentos imobiliários é absolutamente prejudicial às crianças e adolescentes, ressaltou a procuradora.

“Esse trabalho específico na promoção de lançamentos imobiliários é considerado perigoso, insalubre e penoso. Infelizmente, apesar da lei, ainda há crianças e adolescentes que são submetidos ao trabalho em condições indignas, privados dos direitos elementares de cidadania”.

As construtoras SKR, RN Incorporadora e Construtora e a Lúcio Engenharia, empresas responsáveis pelos lançamentos mostrados na reportagem, tinham informado após a denúncia que a contratação da equipe de promotores é terceirizada. As empresas alegam, portanto, que a responsabilidade do uso de trabalho infantil é das agências de promoção, que são contratadas por elas.

Em nota, a Brawo Promoções Marketing e Eventos Ltda, que presta serviços para a RN Incorporadora & Construtora, responsável pelo empreendimento chamado Penn Tower, no Brooklin (zona sul), disse que está tomando todas as medidas necessárias para que o que classificou de “caso isolado” não se repita em suas operações. O comunicado diz ainda que a construtora desconhecia esse fato.

A Paulista Promoções, agência contratada pela Lúcio Engenharia para divulgar o lançamento DNA Pinheiros, em Pinheiros (zona oeste) disse, alegando desconhecer a existência de menores em sua equipe, que vai aumentar a fiscalização e pedir os documentos dos seus trabalhadores para conferir suas idades.

A construtora SKR, responsável pelo empreendimento chamado Artisan, no Campo Belo (zona sul), também informou por nota que está apurando a informação com o prestador de serviço. A empresa ainda afirmou que cumpre o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Outras notificações

De acordo com a procuradora Maria José Sawaya do Vale, o Ministério Público do Trabalho já firmou Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) com outras empresas do setor imobiliário que estavam usando trabalho infantil na divulgação de empreendimentos. Segundo Maria José, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo também tinha sido notificado e ambos estão cumprindo o acordo.

“Fizemos uma notificação recomendatória para o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP) para que informe aos corretores e empresas imobiliárias representadas pela entidade acerca dos malefícios do trabalho desempenhado pelos adolescentes, bem como da proibição legal do emprego de menores para a distribuição de material jornalístico ou publicitário, seja através de contratação direta ou indireta de adolescentes”.

Fonte: Racismo Ambiental (link:http://racismoambiental.net.br/2012/04/apos-reportagem-do-uol-ministerio-publico-do-trabalho-vai-notificar-empresas-do-setor-imobiliario-que-usam-trabalho-infantil/)

Governo prorroga por mais dois meses decreto que suspende multas a desmatadores

Mais uma vez, o governo federal, de forma paternalista, garante proteção para atividade econômica predatória e desprotege os biomas brasileiros, ao prorrogar por mais dois meses a anistia para desmatadores. A mensagem de (des) educação ambiental que fica é a seguinte: desmate tranquilamente, mesmo que a lei não permita, pois o governo não permitirá que tal agressão ambiental seja punida, mesmo que seja nos limites da lei.

Que força tem o “campo” nas esferas governamentais!!!! Talvez mais que as empreiteiras…

Com tal medida, o governo demonstra sua pretensão de que, no máximo em dois meses, o Código Florestal seja flexibilizado para o bem do agronegócio e contra os interesses difusos.

Luciana Lima e Carolina Gonçalves

Repórteres da Agência Brasil

Brasília – O governo decidiu prorrogar por mais dois meses o decreto que suspende multas a proprietários rurais que desmataram ilegalmente. A informação foi confirmada pela Casa Civil da Presidência da República. A decisão foi tomada ontem a noite (11.04), após reunião da qual participaram a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

De acordo com a Casa Civil, o decreto com a prorrogação será publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União de hoje (11). Esta é a quinta vez que o governo prorroga o perdão de multas de proprietários rurais que desmataram sem base legal.

A medida foi adotada em junho de 2008, pelo então presidente Luíz Inácio Lula da Silva, impedindo que, por um ano, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) cobrasse multas dos proprietários rurais que desmataram, desde que apresentassem um protocolo de pedido de regularização da Reserva Legal no órgão ambiental competente.

As críticas de alguns setores, principalmente de ambientalistas, eram de que o governo havia cedido às pressões dos ruralistas. O perdão valeria até 11 de dezembro de 2009. Dias antes, o próprio presidente Lula prorrogou a anistia por mais 18 meses.

No atual governo, o decreto já recebeu duas novas datas de validade. Com a indefinição sobre a flexibilização do Código Florestal, a presidenta Dilma prorrogou o decreto de 11 de junho de 2011 para 11 de dezembro de 2011 e, novamente, antes do fim do prazo, estendeu a anistia até 11 de abril de 2012.

Fonte: CEA ( http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2012/04/12/governo-prorroga-por-mais-dois-meses-decreto-que-suspende-multas-a-desmatadores/)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Divulgação do estudo "Acesso à Justiça: violação de Direitos Humanos por Empresas - Brasil"

Boa tarde,

Estamos aqui para divulgar o interessante estudo intitulado "Acesso à Justiça: violações de Direitos Humanos por Empresas – Brasil", que traz a (necessária) perspectiva do embate ao Racismo ambiental e outras formas de injustiça ambiental.


Segue abaixo o comentário tecido por Tania Pacheco (é possível encontrar no blog da autora o link para o download da obra)

Amianto; incineração de lixo; construção de moradias em área contaminada; empresas fumageiras e violação aos direitos da saúde; trabalho, meio ambiente e consumidor; transgênicos e segurança alimentar; trabalho escravo nas zonas rural e urbana; derramamento de petróleo na Baía de Guanabara; e diferentes formas de contaminação ambiental do solo e da água são alguns dos temas estudados em Acesso à Justiça: violações de Direitos Humanos por Empresas – Brasil. Tudo indica que a publicação lançada pela Comissão Internacional de Juristas, sediada em Genebra, Suíça, é da maior importância para as pessoas que lutam contra o Racismo e outras formas de injustiça ambiental. O estudo é dos pesquisadores Anna Livia Arida, Flávia Scabin, Júlia Mello Neiva, Luiza Kharmandayan, Marcela Fogaça Vieira, Oscar Vilhena Vieira e Thiago Amparo, e integra o Projeto sobre “Acesso à Justiça e Remédios Legais contra Violações de Direitos Humanos por Empresas”, coordenado por Carlos López.

Na sua primeira parte, ele trata de A responsabilidade legal das empresas no direito nacional, subdividido nos seguintes itens: Direito internacional dos direitos humanos; A generosa Constituição de 1988; Âmbitos de responsabilização no direito brasileiro (Responsabilização no âmbito civil; Responsabilização no âmbito penal; Responsabilização no âmbito administrativo; Responsabilização no direito do trabalho; Responsabilização no direito ambiental; e Responsabilização no direito do consumidor); Jurisdição (Legislação civil; e Legislação penal).

Para mais informações, acesse o blog da autora:http://racismoambiental.net.br/2012/01/acesso-a-justica-violacoes-de-direitos-humanos-por-empresas-no-brasil-baixavel/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Reunião do dia 24/11 contará com participação do Prof. José Geraldo Damico

Boa Tarde a todos,

Viemos através deste publicizar a reunião que ocorrerá dia 24/11, na sala 4202, pavilhão 4, às 17:00 h, Campus Carreiros da FURG.

A reunião terá como pauta os relatos e avaliação dos trabalhos vinculados ao projeto na X Mostra de Produção Universitária - MPU, ocorrida no final de Outubro do corrente ano.

Além dessa atividade, temos o prazer de informar que contaremos com a presença do Prof. Dr. José Geraldo Damico. O professor tem doutorado pela UFRGS/Paris 8 com o projeto "Observatório Internacional de Periferias", que teve como campo de análise periferias de Canoas-RS e Paris - FRA. Na reunião, participará através da palestra que tem como título "Políticas de segurança e participação no Brasil e na França".

Contamos com a presença de todos os interessados.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Atividade do dia 13/10

Boa Tarde,


Através deste, viemos divulgar uma atividade programada pelo Observatório, que tem como objetivo passar algumas diretrizes do projeto e apresentar os trabalhos ligados ao projeto que participarão da X mostra universitária (MPU).

Quando?
Data: 13/10
Horário: 17:30

Local: pav. 04, sala: 4210

Pauta:
Informes
O que são Conflitos urbanos e socioambientais?
Trabalhos da MPU

Contamos com a participação dos interessados

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Folder do Lançamento do Observatório


Artigo - O Observatório dos Conflitos no Extremo Sul do Brasil

Carlos RS Machado

A cidade do Rio Grande, a primeira do estado como capital no século XVIII, importante pólo industrial e portuário marcou a história das lutas operárias no século XIX até os anos 1964 do século XX. As indústrias que floresceram entram em crise, mas algumas delas tiveram apoio durante a ditadura militar, incentivos legais e financeiros, por exemplo, a pesca industrial que levou a super exploração dos “recursos pesqueiros” em decorrência da perspectiva de mercado orientadora daquelas orientações; mas de outro, quase levou ao fim dos meios de subsistência dos pescadores artesanais de nossa região. Além, é claro da repressão ao movimento dos trabalhadores, militares e estudantes que questionaram este regime de exceção gerido em conformidade aos interesses de poucos e de forma não transparente.
Nos anos 1980, quando a ditadura, questionada interna e externamente, e insustentável pelos movimentos de massa nas ruas de nosso país, pois os meios de comunicação como a Globo e suas afiliadas não os divulgavam, começou a fenecer, tivemos eleições e novos gestores assumiram na cidade em inícios dos anos noventa. Neste período de “democratização” (de transição transada como diria Florestan Fernandes), a cidade elegeu um pescador, depois o filho e a seguir seu sobrinho, e disso se passaram 16 anos. O PMDB, partido destes senhores tinha sido o principal partido da luta contra a ditadura. E a exemplo do que tinha acontecido com o PT em Porto Alegre estará, em 2012, governando por 16 anos sucessivos a cidade, e, portanto, desenvolvendo um determinado projeto social, político e de utopia para a cidade.
Nas ultimas décadas, ao mesmo tempo, a questão ambiental ou o meio ambiente, tornou-se preocupação planetária, em função da ameaça do fim dos recursos energéticos, de matéria prima, territórios, enfim, dos meios necessários à geração de riqueza e, consequentemente, dos lucros e da riqueza para alguns poucos. De outro, aqueles explorados nos espaços de trabalho ao produzirem as coisas úteis às sociedades, expulsos de suas terras para ampliação do porto, jogados para áreas impróprias à moradia, ou como dissemos quase eliminados seus meios de vida (peixes) do estuário, certamente, comungam de outras perspectivas, e talvez, projetos e perspectivas de vida e de mundo.
Portanto, mapear e dar visibilidade as manifestações públicas aos conflitos decorrentes destas diferentes perspectivas que se manifestam no espaço público fortalecerá a democracia em gestação em nossa cidade e país. Este será, um dos objetivos do observatório dos conflitos do extremo sul do Brasil, que estamos construindo na FURG/com o apoio do Instituto de Educação e os programas de pós-graduação em Educação Ambiental e de Geografia e financiado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

PARTICIPAÇÃO DO PROF. IVAN SANTOS (da Universidade Central Marta Abreu de Las Villas) NO LANÇAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE CONFLITOS

A Universidade Federal do Rio Grande - FURG realiza na quinta-feira, 15, o lançamento do Observatório de Conflitos Urbanos e Socioambientais no Extremo Sul do Brasil. Será às 18h30, na sala 6103 do Pavilhão 6, Campus Carreiros, dentro da programação do ciclo de palestras Quintas Urbanas. Após o lançamento, às 19h, o prof. dr. Ivan Santos da Universidade Central Marta Abreu de Las Villas, Cuba, aborda o tema “Governabilidade e participação popular em Santa Clara, Cuba”.
O Observatório tem como função registrar e divulgar os conflitos – urbanos e socioambientais – que, originários a partir da apropriação desigual de riqueza, territoriais e de poder, ocorrem no extremo sul do Brasil. Segundo os pesquisadores envolvidos, esses conflitos são chave para a compreensão da complexidade e diversidade de características que compõem o cenário da região bem como os posicionamentos (discursos) dos diferentes órgãos/grupos sociais.
Espera-se, através da coleta de dados, desvendar as desigualdades que compõem esses espaços e as relações e seus impactos sobre os diferentes setores sociais e o meio-ambiente bem como com a cidade.
Um dos objetivos é construir um banco de dados que serão divulgados a partir de 2012, fornecendo informações e subsídios para pesquisas na Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Também é um dos objetivos contribuir para a produção da democracia na cidade buscando a construção da cidadania plena, na qual os conflitos e a discussão dos diferentes projetos se fazem presentes nos espaços públicos, em torno da utopia de cidade e de sua sustentabilidade.
O projeto surgiu no ano passado, com financiamento do CNPq, sob a influência do Observatório de Conflitos Urbanos (ETTERN/ PRUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A coleta de dados sobre os conflitos, em periódicos (principalmente jornais) das cidades de Rio Grande e São José do Norte iniciou no dia 1º de janeiro. As atividades são coordenadas pelo prof. dr. Carlos Roberto da Silva Machado (IE/FURG) e as informações já estão sendo sistematizadas para auxiliarem na produção de artigos científicos dos bolsistas e divulgar o Observatório ainda em 2011. O financiamento é do CNPq.
FONTE FURG: http://www.furg.br/index.php?id_noticia=17929 (13 SETEMBRO 2011).

terça-feira, 6 de abril de 2010

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL E MIGRAÇÕES

O Programa de Pós-Graduação em História e o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, através do Grupo de Pesquisa - Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA)-, têm o prazer de convidar colegas pesquisadores para submeterem propostas de trabalho para o SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL E MIGRAÇÕES. O Simpósio acontecerá em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, de 13 a 15 de setembro de 2010.

O local do evento será a Universidade Federal de Santa Catarina. No Simpósio serão tratadas várias temáticas de História Ambiental e Migrações, contemplando diferentes períodos e regiões do globo. Como uma das características da Historia Ambiental, o Simpósio está aberto a pesquisadores de todas as disciplinas e backgrounds. As propostas devem atender a um dos seguintes temas:

ST 1. O Clima e suas implicações na história
ST 2. Agricultura, pecuária e impactos ambientais
ST 3. A flora, a fauna e os humanos em movimento
ST 4. Comunidades tradicionais e unidades de conservação
ST 5. Recursos energéticos
ST 6. Discursos, idéias e percepções sobre o meio ambiente

As inscrições estão abertas até o dia 30 de abril de 2010. As propostas devem ser submetidas através do site: http://www.labimha.ufsc.br/simposio/
Para maiores informações acesse o site ou envie um e-mail para: simposiohistoriambiental@cfh.ufsc.br

Atenciosamente,
Profa. Dra. Eunice Sueli Nodari
Prof. Dr. João Klug
Coordenadores do Simpósio

Professores pesquisadores apresentam suas contribuições teóricas no II EDEA - Encontros e Diálogos com a Educação Ambiental

No dia 07/04, quarta-feira, às 16h, a Prof.Dra. Paula Henning e o Prof.Dr. Humberto Calloni, apresentarão, no II EDEA - Encontros e Diálogos com a Educação Ambiental, na FURG, a Linha de Pesquisa: "Fundamentos da Educação Ambiental". Nesta conversa, será apresentado o Grupo Política Natureza e Cidade, evidenciando as ressonâncias do grupo junto à linha de pesquisa FEA e os desdobramentos de investigações produzidas neste espaço.

No dia 08/04, quinta-feira, às 16h, os professores Cléber Ratto, do PPG Educação da Unilassale e a Profa. Paula Henning, do PPGEA Furg, estarão compondo uma mesa-redonda no II EDEA, na Furg, intitulada: "Nietzsche e malditos afins: proovocações ao campo da Educação Ambiental". Nesta mesa, a professora Paula apresentará a pesquisa vinculada ao Grupo de Pesquisa Política, Natureza e Cidade.

Do dia 20 ao dia 23/04 acontece em Belo Horizonte, MG, o XV ENDIPE, Encontro de Didática e Prática de Ensino. Participe!

sábado, 3 de abril de 2010

A natureza da e na cidade em debate e disputa!, por Carlos RS Machado

Entre 22 e 26 de abril na cidade do Rio de Janeiro, dois grandes eventos marcaram o debate da natureza da cidade e da natureza/meio ambiente na cidade. O primeiro grande evento, pela quantidade de pessoas, entidades, organismos internacionais, governos, empresas, etc. no chamado Fórum Mundial Urbano (http://wuf5.cidades.gov.br/pt-BR/Home.aspx), caracterizado pela discussão da “cidade aberta aos negócios”, dos “problemas de insegurança nas cidades”, das propostas de “revitalização” ou “reconstrução” de áreas degradadas das cidades. O presidente Lula, ministros, governantes mundiais e estaduais. Locais e outras personalidades estiveram ou passaram pelo evento. No período, a imprensa local (o Globo), publicou capa inteira todos os dias, editoriais, e destaques de suas proposições – infra-estrutura e segurança. Ao mesmo tempo, o governo local e o estadual anunciam mais UPP (Unidades de Polícia Pacificadora), em diversos vilas e morros da cidade, e editorial do Globo (23 e 24 março) ressalta que só o anúncio já fez aumentar os preços dos terrenos e dos imóveis. Em contraposição, diríamos engatinhando, mas com inicio grandioso realizou-se a trezentos metros daquele evento outro evento: o 1º Fórum Social Urbano (http://forumsocialurbano.wordpress.com). Tal evento, a semelhança dos Fóruns Sociais Mundial preservou em seu desenvolvimento uma diversidade de entidades, como ONGs, movimentos sociais, partidos, etc. ao longo da semana, tendo inicio com uma manifestação reprimida pela policia da cidade. No penúltimo dia (25) realizou-se uma plenária com mais de 300 pessoas, que aprovaram a carta de debate (a carta do Rio) à qual receberá até dia 15/04 contribuições de movimentos sociais, instituições e indivíduos pelo correio eletrônico cartadoriofsu@gmail.com. Os participantes, também se comprometeram em construir o II Fórum Social Urbano paralelo ao próximo evento da ONU - Habitat (o Fórum Mundial Urbano). Portanto, se por um lado, a natureza da cidade, no caso a cidade capitalista e de sua transformação em mercadoria e/ou oportunidade aos negócios imobiliários, de segurança, de megaeventos, etc. ficaram explícitos, seja pelas propostas hegemônicas do evento do Píer Mauá (Fórum Mundial Urbano); por outro, pelas análises críticas em contraponto pelas conferências de Henri Acselrad, David Harvey, Peter Marcuse, Ermínia Maricato, dentre outros, sobre a natureza/meio ambiente na cidade e sua relação com tais proposições não ficaram tão em evidência. O meio ambiente/a natureza ainda é um detalhe, um elemento a mais nas reflexões – e não parte constituinte da totalidade das relações humanas. Predomina ainda, a visão, de separação dos humanos em suas relações com/da natureza como foi produzida pelo sistema hegemônico nos últimos 200 anos como nos ensina Aníbal Quijano e Boaventura de Sousa Santos. Mas, a reurbanização ou a reconstrução das áreas degradadas (e as maquetes publicadas mostram), aos UPPs ao “pacificarem o morro” ou em outras palavras ocuparem tal território; ou quando é denunciado que com as mares altas o esgoto volta para a cidade e alaga a área central, ou da poluição cidade, do trafego intenso, etc. tos são aspectos relacionados a uma determinada relação da sociedade/da cidade com a natureza. É parte intrínseca e não imediatamente perceptível, mas que devemos cada vez mais considerar nas relações sociais em sociedade/cidade e, portanto, na natureza da cidade que queremos: mais justa, solidária, democrática e com justiça ambiental.

Carlos RS Machado, é professor da FURG/PPGEA e realiza estudos de pós-doutorado no IPPUR (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional/UFRJ), e participou dos dois eventos.

28 de abril - Defesa de Mestrado: A Natureza do/no MST

No dia 28 de abril, às 14 horas, no PPGEA - Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental/FURG, Campus Carreiros, FERNANDA CIANDRINI, graduada em gestão ambiental e mestranda no PPGEA, apresentará sua pesquisa de mestrado, intitulada: A Natureza do/no MST, com a participação na banca da Prof. Dra. Paula Henning, da Prof. Dra. Jussara Mantelli e da Prof. Dra. Conceição Paludo. A dissertação, na contramão dos movimentos conservadores de criminalização dos movimentos sociais, em particular deste, apresentará reflexões críticas sobre as contribuições positivas relecionadas a natureza deste movimento social, e de como a questão ambiental/natureza, ao longo de sua trajetória, é ampliada e colocada cada vez mais em destaque entre suas preocupações políticas e em suas resoluções nos últimos anos. Convidamos a todos e todas a prestigiarem e participarem desta atividade de educação ambiental em nosso PPGEA.

27 de abril - Qualificação de Mestrado - NA MARÉ DAS LEMBRANÇAS: memória, pesca artesanal, globalização e educação ambiental

No dia 27 de abril, às 13:30m no PPGEA - Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental/FURG, Campus Carreiros, o acadêmico MAICON BRAVO, professor de história e mestrando do PPGEA, apresentará para a banca de qualificação (composta pelo Prof. Dr. Vilmar Alves Pereira, o Prof. Dr. Gianpaollo Adomilli e o Prof. Dr. César Martins) seu projeto de pesquisa, intitulado: NA MARÉ DAS LEMBRANÇAS: memória, pesca artesanal, globalização e educação ambiental. A orientação é do Prof. Carlos Rs Machado, com a co-orientação do Prof. Dr. Adomilli.
Convidamos a todos para participar desta atividade de educação ambiental.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Prezados Amigos/as,

É com imenso prazer que lhes convidamos a assistir a defesa de do trabalho de conclusão de curso do acadêmico Diego Mendes Cipriano: "Rio Grande e o meio ambiente nos séculos XIX e XX: Algumas aproximações com a história ambiental em dois estudos - 1820 e 1903".

A defesa ocorrerá no dia 23/12/2009, quarta-feira, às 14h, no anfiteatro 416 do pavilhão 4. da Universidade Federal do Rio Grande/FURG.

Contamos com a presença de todos/as!

sábado, 12 de dezembro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Dissertação de Mestrado em EA - Daiane

CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DO LIVRO.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A CIDADE SUSTENTÁVEL E O DESENVOLVIMENTO HUMANO NA AMÉRICA LATINA: TEMAS E PESQUISAS

Livro Publicado pelo Grupo de Pesquisa Política Natureza e Cidade no ano de 2009.

Clique aqui para fazer o download

segunda-feira, 20 de julho de 2009

I Seminário Internacional: A Cidade Sustentável e Desenvolvimento Humano na América Latina


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Seja bem-vindo

ao blog do Grupo de Política Natureza e Cidade